Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de abril, 2026

Destaques

Vento ao Nada

  (Foto: Reprodução/Redes Sociais) Me condenso aos ruídos internos, Flechas pragmáticas, Gritos silenciosos! Um algoz de insensatez. Me busco a procura do róseo, Dos lírios do campo, Dos algodões de gozos, Dos sorrisos esbeltos. Quanto mais busco, Ó Deus, Mais me acho na mazela. Se me faz feliz viver, Pai? Uma incógnita. Meus pesares, Me perdem de vista. Já nada vejo! Vivo cego ao mundo, Aos escuros dos continentes, No breu límpido, Dos mais claros apagões. Ah, Pai... Suplico-te a luz, Do gozar, Do amar, Do viver. A luz clara, Veja. Do sentir, Do clamor, Do berrar, Do amanhecer.

Vento ao Nada

Por que normalizamos a discórdia?

Academia Massapeense e Academia Sobralense de Letras: O Solar dos Intelectuais

Pré-leitura do livro "Legado Massapeense: Osmundo Pontes e Osvaldo Aguiar"

De Massapê ao Sertão: A História dos Benfeitores Mariano

Massapê: Salto de Progresso