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Destaques

Vento ao Nada

  (Foto: Reprodução/Redes Sociais) Me condenso aos ruídos internos, Flechas pragmáticas, Gritos silenciosos! Um algoz de insensatez. Me busco a procura do róseo, Dos lírios do campo, Dos algodões de gozos, Dos sorrisos esbeltos. Quanto mais busco, Ó Deus, Mais me acho na mazela. Se me faz feliz viver, Pai? Uma incógnita. Meus pesares, Me perdem de vista. Já nada vejo! Vivo cego ao mundo, Aos escuros dos continentes, No breu límpido, Dos mais claros apagões. Ah, Pai... Suplico-te a luz, Do gozar, Do amar, Do viver. A luz clara, Veja. Do sentir, Do clamor, Do berrar, Do amanhecer.

O CARÁTER SOCIAL EM DECLÍNIO


(Foto: Reprodução/Redes Sociais)


Em tempos passados, as comunidades primitivas eram sustentadas por fortes laços de solidariedade e união, onde o bem comum e a igualdade social imperavam sobre os interesses individuais. Os povos tradicionais valorizavam intrinsecamente a cooperação, a ajuda mútua e a responsabilidade coletiva, relacionando-se de forma inteligente e saudável, elementos essenciais para a sobrevivência e o bem-estar comunitário.


Na contemporaneidade, é evidente uma enorme disruptura coletiva, onde, os interesses pessoais são prevalecidos por sentimentos arrogantes, orgulhosos e repugnantes. Lastimavelmente, a crescente urbanização, industrialização e as mudanças nas estruturas familiares contribuíram significativamente para o aumento do egocentrismo, enfraquecendo os vínculos fraternais e sociais, e promovendo uma cultura centrada no "eu".


Observamos, indivíduos odiosos e furiosos escondidos em máscaras "fingidas", residindo em uma monstruosa hipocrisia. Esses indivíduos que moram na falsidade, que fingem virtudes, ideias, sentimentos e crenças talvez não saibam, mas estão sendo cruelmente fragilizados pelo seu próprio ser, sendo objeto de estudo de sua própria mente, rumando ao imenso precipício do teatro fantasioso. Ora, se o indivíduo não respeita o seu próximo, será que o próprio irá se respeitar? Estes indivíduos, que prendem a si próprio em jaulas falaciosas estão sendo o próprio opressor da magnitude coletiva.


Os princípios são cruciais na construção e manutenção de um caráter decente e honroso. Portanto, a involução do caráter social, demonstrada pela crescente prevalência do egocentrismo em detrimento do altruísmo, é um reflexo humilhante das mudanças nas prioridades e valores da sociedade em que convivemos. Reverter esse cenário não é difícil, mas é vital desenvolver sua própria mente com prioridades virtuosas e dignas. Resgatando e fortalecendo esses valores primordiais, será possível reerguer uma sociedade mais humanista e racional.


"Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros." (Filipenses 2:3-4)


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